Archive for Julho, 2011

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Julho 29, 2011

é , faz sentido…”quando cai, cai atirando”…

semanas viajando sozinho…me mandava rápido dos lugares…sabia que não seria muito bem-vindo por muito tempo…não tava conseguindo…espero estar melhor…espero aguentar, dessa vez…em Salto del Guairá, Paraguai, até segurança de shopping carrega armas pesadas…calibre 12 na mão…tive uma engatilhada pra mim…não tirei o olho dos olhos do segurança…tentando sacar se ele tava falando sério… dei as costas e pensei, se esse merda quiser me matar, vai ter que ser pelas costas…caminhei  sob um sol forte sem olhar pra trás….é, ele não atirou, como você pode perceber

e é essa a trilha

http://www.youtube.com/watch?v=3MCHI23FTP8&feature=related

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CLÁUDIO CAPETA, SEU FURÃO!!!

Julho 12, 2011

Tá dificil te achar, meu amigo!!   Entre no facebook, pô!

 

Esperamos você ontem aqui no Vagabundagem de Segunda….tava bem divertido…

Meu amigo, tô precisando das minhas coisas que, acredito, ainda estejam no seu carro…

Um ampli pequeno da Carvin, minha GRS preta e a semi acústica Washburn…

 

tem como levar no Damis hoje??  Toco por lá com Watanabe… pinta la depois do ensaio de você ou me ligue:

 

6362-1862

 

ligue à tarde….ainda vou pegar uma praia por aqui

 

abração, irmão

 

Brum

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fragmentos de um delírio real

Julho 10, 2011

Você nem sabe que eu sei da sua vida

E que eu vejo as suas farpas “internéticas”

Que eu ando sozinha, lembrando da tua suíça

E dos seus olhos sempre mareados de whisky no fim da festa

 

Você nem imagina que é o motivo dos meus desvarios

E a minha mais envergonhada necessidade de carinho,

Você não sabe que eu caí da cama ontem

Pensando como seria se a gente tivesse um filho

 

Você não vai saber que eu chorei uma garrafa de vinho

Implorando de joelhos por um hiato de paz

Que na dor da sua falta eu deitei sozinha na cama

E fantasiei o cobertor me abraçando por trás

 

Você não vai saber que eu quase desisti da vida

E que eu não pinto mais o olho

Tampouco vai saber das minhas mentiras

E do meu fracasso em lidar com o abandono

 

Você não vai mais ver por onde eu ando

Nem em qual ruela eu me perdi

Que eu sempre fui um tremendo de um engano

Fingindo uma alegria que eu não senti

 

Você não vai me ver reclusa e sem cena

Enxergando sangue nas paredes

Enquanto danço como quando era criança

Há três dias sem tomar banho e escovar os dentes

 

E se você entrasse agora e me visse assim desnuda

Pintando cacos de lembrança e paralisando quase débil

Ia saber que eu não fui nada senão tua

E esqueci como faz pra ser meu resto        

(Flávia Rossi Tápias)