Archive for Maio, 2011

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All of Jazz numa segunda-feira – 30 de maio – com Milton Felix, no contra-baixo.

Maio 31, 2011

Ontem fiz algo que nao curtia ha tempos… Fui ver um quinteto de jazz. Mas, por incrivel que pareca,   sem aquela pentelhacao  de  jazz – bossa-nova. Isso sempre achei chato. Os caras tocaram, basicamente, um Jazz  totalmente ligado ao blues e aos seus 12 compassos, essencialmente. A bossa-nova, na minha opiniao,  pegou o que o jazz tinha de melhor e jogou fora –  seu beat frenetico, acelerado e de improvisos geniais – sobrando um  emaranhado de acordes complexos e chatos…

Bosta- Nova(valeu, Raul!) eh coisa de carioca vida mansa de praia, sem muita vontade de lutar por nada…Bom por um lado, mas encher a cabeca de agua salgada e sol, te fode a vida. Voce fica estagnado, nao desenvolve armas pra buscar o que te interessar… E acredito eu que,  Sao Paulo por te dar porrada, quando merecido, mas tamb[em te oeferece chances de evolucao em varias coisas,  internamente, pra tua alma….aprendendo assistindo a bandas decentes, arte decente. Como ao que assisti ontem…Valeu como aula.

Puta combo nos moldes das bandas de Charlie Parker e Dizzy Gillespie, na decada de 40, tempo em que eram assistidos pelo malucos que viriam a ser considerados os grandes poetas e icones da Geracao Beatnik (Kerouac, Neil Cassidy, Burroughs…) que depois viria a influenciar tudo e todos, das geracoes seguintes, como Crumb, Pekar, Dylan, Hendrixa nos anos 60 …

 

Sax tenor e trumpete, revesando em temas e improvisos…..Milton Feliz segurando tudo no contra-baixo acustico, Joab Augusto no tenor…Tava tudo muito bom por ali. Encostados no balcao, eu e Ayala e nossas jaquetas de couro, observavamos cada um ao seu modo o que rolava. Comentei com ele, entre goles de vinho, que os musicos tocavam um tema de John Coltrane com a mesma base, formato  harmonico, do blues 12 compassos – 12 bar-blues. Que usado em composicoes classicas do blues, anterior ao jazz, e ao mesmo tempo usado em classicos de rock and roll Chuck Berry, posterior ao jazz, j[a nos anos 50.

Foi divertido e instrutivo….por isso fugi cedo da escola pra tocar…

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Maio 29, 2011

‎”Deus é um desespero que começa onde todos os outros acabam.”

(Emil Cioran)

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Filmes de Dylan na Cinemateca. Hoje acaba. Vou lá. Preciso ver todos, hein, Bortolotto.  Grava pra mim, animal!

PROGRAMAÇÃO

24.05 | TERÇA

SALA CINEMATECA BNDES

 

20h00   PAT GARRETT & BILLY THE KID

 

 

25.05 | QUARTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

18h00   THE LAST WALTZ – O ÚLTIMO CONCERTO DE ROCK

26.05 | QUINTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

18h30   OS FAMOSOS E OS DUENDES DA MORTE

20h30   NÃO ESTOU LÁ

 

 

27.05 | SEXTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

17h30   A MÁSCARA DO ANONIMATO

19h30   NO DIRECTION HOME: BOB DYLAN

28.05 | SÁBADO

SALA CINEMATECA PETROBRAS

16h00   THE LAST WALTZ – O ÚLTIMO CONCERTO DE ROCK

SALA CINEMATECA BNDES

 

18h00   NÃO ESTOU LÁ

20h30   OS FAMOSOS E OS DUENDES DA MORTE

29.05 | DOMINGO

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

14h00   NO DIRECTION HOME: BOB DYLAN

18h00   PAT GARRETT & BILLY THE KID

20h30   A MÁSCARA DO ANONIMATO

 

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que porra de nome…

 

Os Famosos e os duendes da morte, de Esmir Filho

Brasil/França, 2009, 35mm, cor, 95’

Henrique Larré, Ismael Caneppele, Tuane Eggers, Samuel Reginatto

Fã de Bob Dylan, garoto assiste à passagem monótona dos dias numa comunidade rural de alemães, situada no Rio Grande do Sul. Ele sonha em ver um show de seu ídolo e a única forma de acesso ao mundo que tem à sua disposição é a internet. O vilarejo passa a ser pequeno para seus sonhos e descobertas até o dia em que ele conhece um misterioso personagem. Primeiro filme do realizador Esmir Filho, autor do vídeo Tapa na pantera, hit no site Youtube. Baseado no romance de Ismael Caneppele, Os Famosos e os duendes da morte recebeu o Troféu Redentor de Melhor longa-metragem de ficção e o Prêmio FIPRESCI da Crítica Internacional no Festival do Rio de 2009. Foi também exibido nos festivais de Locarno e Berlim.

Classificação indicativa: 12 anos

qui 26 18h30 | sáb 28 20h30


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Essa semana…

Maio 23, 2011

Segunda, ainda no refúgio divino…ou rehab voluntário…tanto faz…  🙂

Mas amanhã começa.

Terça, 24 de maio – 21 horas:  Brum – Watanabe no Damis. Rua dos Pinheiros, 220. 5 reais de couvert.

Quarta, 25 de maio,  com Misty e banda. Blues-Jazz pra valer. Tem vídeo abaixo da semana passada.  Tocaremos nesse bar:

http://www.madeleine.com.br/

http://www.youtube.com/watch?v=cHP0RQOi0tA

Misty nos vocais

Roberto Braga ao painao

Milton Félix no contra-baixo

Nelson Ned Junior na bateria

Fabio Brum na guitarra

E quinta na nossa já tradicional farra do whisky Black and White com SACO DE RATOS.

Café Aurora

R 13 de maio, 112. Bixiga. Meia-noite…    Mas antes, toco pela primeira vez com Bruno Santana e Fabio Pagotto em formato de trio.  Amigos tocadores de blues clássicos …divertido…tudo é muito divertido…Vai ser no Damis, às 21 horas. Tati Antonelli deve nos dar o ar da graça e cantar uns sons com a gente…

Saquem o Brunão no Trítono Blues, trio que tem com Youseff e Carlini, dois outros animais do blues paulistano…

ele que tava nos ajudando no som do Club Noir sábado passado…

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you tube dos sons dessa semana…

Tem gente que nem saca que tem esse som no nosso cd.  Guilherme Cruz,  meu brother que faz as mix, deixou bem escondido após a última faixa. Nessa música rola somente eu e Marcelo Watanabe, ao vivo nos violões…e claro que não sou eu cantando…e amanhã ele canta comigo por lá…mais um lance que tá divertido pra cacete…

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e ainda tem sexta e sábado…tchau

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Robert Zimmerman

Maio 19, 2011

Não acho Dylan no you tube mais. Tenho que ouvir “alfacers” do cara…”covers” são coisa do passado…mas esse achei bem legal…Most of the time…letra…som…verdades..mentiras…

“A maior parte do tempo eu sou forte o suficiente pra não odiar…”  – Dylan

Most of the time
I’m clear focused all around,
Most of the time
I can keep both feet on the ground,
I can follow the path, I can read the signs,
Stay right with it, when the road unwinds,
I can handle whatever I stumble upon,
I don’t even notice she’s gone,
Most of the time.

Most of the time
It’s well understood,
Most of the time
I wouldn’t change it if I could,
I can’t make it all match up, I can hold my own,
I can deal with the situation right down to the bone,
I can survive, I can endure
And I don’t even think about her
Most of the time.

Most of the time
My head is on straight,
Most of the time
I’m strong enough not to hate.
I don’t build up illusion ‘till it makes me sick,
I ain’t afraid of confusion no matter how thick
I can smile in the face of mankind.
Don’t even remember what her lips felt like on mine
Most of the time.

Most of the time
She ain’t even in my mind,
I wouldn’t know her if I saw her
She’s that far behind.
Most of the time
I can’t even be sure
If she was ever with me
Or if I was with her.

Most of the time
I’m halfway content,
Most of the time
I know exactly where I went,
I don’t cheat on myself, I don’t run and hide,
Hide from the feelings, that are buried inside,
I don’t compromised and I don’t pretend,
I don’t even care if I ever see her again
Most of the time.

I can keep both feet on the ground,
I can follow the path, I can read the signs,
Stay right with it, when the road unwinds,
I can handle whatever I stumble upon,
I don’t even notice she’s gone,
Most of the time.

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Grima Grimaldi

Maio 18, 2011

Nosso brother que tá captando nossa ‘ insanidade’ Saco de Ratos…

http://httpnapistablogspotcom.blogspot.com/

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esses dias…

Maio 15, 2011

Tenho dormido sozinho e a prestações, ultimamente. Sono de bêbado, cachorro vira-lata, que paga seus pecados…mas aos poucos. O dvd que tem me ajudado a fechar os olhos, embalado bons sonhos…

Um som meio novo meu e do Mário…o Grima tava por lá pra registrar…

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recording shit

Maio 13, 2011

Eu me amo, eu me amo…não posso mais viver sem…

Nosso novo amigo (novo porque pintou agora na área,  mas o cara é velho pra caralho!! )Grima, tá gravando umas zoeiras nossas. Fica estranho no som, guitarra sem música, mas isso aí sou eu colocando solos no nosso novo disco do Saco de Ratos. Com minha nova mulher. Ela é azul…e só fala quando eu quero.