Archive for Maio, 2009

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GOTA DE SANGUE – ANGELA RORO

Maio 29, 2009

Já era de manhã e só sobraram Trovão e eu na mesa da estrela da Roosevelt bebendo mais uma cerva. Peguei o violão, mostrei umas pérolas de Renato(Bêbado Habilidoso) e ele me mostrou essa música que eu não conhecia. De fuder. Valeu, Trovão. Considero isso um presente de verdade quando um brother me mostra uma música que me chapa. Que a gente repassa pras mulheres de nossa vida, não?

 GOTA DE SANGUE

Não tire da minha mão esse copo

Não pense em mim quando calo de dor

Olha meus olhos repletos de ânsia e de amor

Não se perturbe nem fique à vontade

Tire do corpo essa roupa e maldade

Venha de manso ouvir o que eu tenho a contar

Não é muito nem pouco eu diria

Não é pra rir mas nem sério seria

É só uma gota de sangue em forma verbal

Deixa eu sentir muito além do ciúme

Deixa eu beber teu perfume

Embriagar a razão, por que  não volto atrás?

Quero você mais e mais que um dia

Não tire da minha boca esse beijo

Nunca confunda carinho e desejo

Beba comigo a gota final de sangue

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Frases reais…

Maio 29, 2009

Bárbara – Eu tô toda molhada porque o Bortolotto cuspiu em mim…

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Saco de Ratos

Maio 26, 2009

A foto não tem nada a ver com o post. Serve de homenagem a amiga Débora, que nos deixou, e ao amigo Paulão que hoje deve pintar por lá.

 

Estamos de volta.  Saco de Ratos  no The Wall Café contando as estórias que suas babás não contavam…
Muito rock and roll e blues nas nossas composições e de amigos afins. Pra completar Carcarah vai fazer a discotecagem e vamos passar uns videos no telão.
Rua 13 de maio, 152. Bixiga.
 Hoje, terça,22 hs.
R$  5  pra entrar e chopp custa $2. Boiada…

bebuns

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Honest I do

Maio 25, 2009

A verdade explícita e explicada em letras. Sem devaneios bobos ou metáforas evasivas. Tá claro ali. É o que gosto. Ou você tem o que falar …ou só não tem.. Ronnie Van Zant tava bem vivo antes de 77.  Ídolo que tenho. Preço pago no avião caído. Conheço muitas letras e músicas. Tava curtindo essa aqui hoje…

 

Disillusions fillin’ my head
Never happy, I wished I was dead
Can’t remember things I used to know
Take another hit Lord, let the four winds blow
Junkie, junkie man

Feel so lonely, I wish I could cry
Suicidal, not man enough to die
Can’t remember ever feelin’ this low
Take another hit babe, here I go
Junkie, junkie man

Yonder come a man, Lord he’s got my snow
Help me out babe, get down low
But I can’t remember things I used to know
The Lord knows I’m to blame.
Take another hit Lord, and let the four winds blow
Junkie, junkie man

 

 

Belo clip de algum fã. Me parece eles influenciados por Hendrix, saca?

Olhe com atenção a falta de pose.

http://www.youtube.com/watch?v=Yv4RiGd4HXo

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Repibardeituiu

Maio 18, 2009

Minha culpa mora sempre na incapacidade da palavra carinhosa na hora mais necessária. Invejo meus bons amigos que sabem como isso funciona. Imito e mal consigo. Vai levar  tempo.

“Vá dormir, eu tenho que trabalhar”,  não rolou. Ela pulou.

 revanche ?

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Sobre Zeca Jagger, na biografia do Barão Vermelho

Maio 13, 2009

Aos 5 anos de idade, o menino José Ezequiel Moreira Neves, nascido em Belo Horizonte em 1935, sentiu dores insuportáveis no abdome. Dona Zezé agarrou o franzino Zeca, filho do meio entre duas meninas, e o levou a mesa de operação de um colega do Dr. Aroeira, pai da criança com apendicite. Extirpadas as víceras podres, após diagnosticarem também uma peritonite, imaginava-se que o garoto fosse cessar o berreiro. Nada feito. Aquele frágil corpo não resistia às dilacerantes pontadas que vinham da barriga supurada e inchada. Na primeira noite do pós-operatório, o choro do menino enlouqueceu as freiras do ambulatório, que o fulminaram com o alívio geral imediato: uma dose de morfina da melhor qualidade. Sucesso total! Zeca, exausto e agora nas nuvens, apagou. Com ciência dos pais e ajuda das freiras, teve assim sua primeira experiência com drogas pesadas. E adorou. Nos dias que se seguiram, percebendo a onda poderosa da morfina, chorava mais. E ganhava novas aplicações. Quanto mais davam, mais ele queria. Convenceu-se, já em 1940, que a dor não bate bem.

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Maio 11, 2009

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Foto: Fabio Pagotto