Archive for Agosto, 2008

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Chuck Berry

Agosto 28, 2008

Quando eu tinha 15 anos fui ver no cinema um filme que tinha acabado de ser lançado: Hail, Hail , rock and roll. Sessenta anos do maior ícone da guitarra rock and roll de todos os tempos. Chuck Berry. Na época, eu conhecia Johnny B. Goode e olhe lá. Fui com outros adolescentes rockeiros que nem curtiram muito. Acharam repetitivo. Porra, eu pirei. Precisava aprender a tocar aquela onda! Acho que aprendi. E hoje, esses riffs me dão meu sustento. Mais de 20 anos depois, me pego me divertindo muito, usando esses licks Chuck Berry tocando na banda de rock and roll que tá há mais tempo na estrada desse país…

 

http://www.youtube.com/watch?v=2RVy8QVS8Dw&feature=related

 

Só pra sacar um professor dando as dicas…

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Agosto 21, 2008

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Seinfield me diverte com suas cretinices…

Agosto 18, 2008

“-  Eu tive uma jaqueta de camurça que ficou arruinada. Eu não entendo isso, como é que pode a umidade danificar o couro? As vacas não ficam do lado de fora a maior parte do tempo? Quando chove, não vemos as vacas batendo na porta da casa da fazenda e gritando: ” Abram aí, estamos usando couro! Abram a porta! Vamos arruinar nosso couro completamente! Sou toda de camurça! Não posso trocar de roupa, isto é tudo que eu tenho!”

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Grande livro

Agosto 16, 2008
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Aaahhhh…A bunda!

Agosto 15, 2008

Isso sim é paixão nacional. Dois caras brigando de porrada são capazes de uma trégua rápida só pra apreciar uma bela bunda passando na frente do bar…Ninguém teria argumento melhor pra segurar uma briga… O engraçado é que nem as donas das belas bundas são capazes de entender o quanto a gente é capaz de admirá-las. E com amor…Parece que nasceram com algo errado…e a gente tenta convencê-las que não. Que tá tudo muito certo. Tudo no devido lugar…pra procriação divina!

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E o amor…

Agosto 15, 2008

E eu não valia tentar, eu não valia buscar, eu não valia a briga. O peso.

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noitada e tanto

Agosto 14, 2008

Marião escreveu um texto sobre uma bela noite regada a whisky e música que amamos…

Coloco aí embaixo. E como diria meu velho amigo Renato Fernandes, ” além dos meus amigos de copo e de cruz, tudo que eu tenho na vida é o meu blues…” que por sinal tá na trilha do filme citado…

 

UMA BANDA DE FUNDO DE BOTECO

Foi assim que eu me senti na última terça-feira tocando no lançamento do filme “Nossa Vida não cabe num Opala” (e lançamento da edição do livro “Nossa Vida não vale um Chevrolet” – que ficou bem bonito – pela Via Lettera num esforço Nick Cassady empreendimentos) com a nossa banda “Saco de Ratos“. A gente ficava tocando nossas músicas lá e a rapaziada conversando e festejando lá na frente. De vez em quando algum amigo acenava ou ficava um pouco por ali curtindo a performance da banda. A gente não tava nem aí. A gente tava se divertindo. O som tava bacana. Aos poucos, grande parte das pessoas foram indo embora. E quando resolvemos prestar atenção, notamos que tinha uma rapaziada dançando na nossa frente. Aí a gente embalou um rock no outro e fechamos a noite com “Minha vida é rock and roll” (do Made in Brazil)  no melhor estilo “Velhas Virgens” com a rapaziada cantando junto. A bebida tinha acabado e conclamei todo mundo pra descer pra “Amistosas“. Lá a gente continuou emendando um blues no outro até o dia amanhecer. O violão passava da mão do Brum pra minha e depois pro Rubens K e foi uma noitada excelente como diria o Pinduca parafraseando o Arnaldo Baptista. É assim que eu quero envelhecer. Tocando as nossas músicas de fundo de boteco até o dia amanhecer. Me parece um bom jeito de fazer as coisas, antes de cair fora de vez.

 

(Mário Bortolotto)