Archive for Maio, 2008

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onde…

Maio 30, 2008

Gosto de acordar por aqui, andar pela sua casa e ver tua organização gostosa por todos os cantos. Te ver nas suas coisas quando você está longe. Você sabe o que é lar. Quanto a mim, sempre tive onde morar, o que não significa que tive lar. Isso acredito que conheci ao seu lado. O único lugar onde repousei, tranquilizei, me senti bem. Lar não é isso? É onde sinto que está…

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U2

Maio 28, 2008

Não sou grande fã da banda, mas gosto mesmo de alguns sons. Gosto quando Bono diz:

“You ask me to enter
But then you make me crawl”

 ou

“You gave me nothing,
Now it’s all I got”

 

O cara passou por umas boas, dá pra sacar…

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Blues de vagabundo

Maio 19, 2008

Eu toquei por muito tempo numa banda chamada Bêbados Habilidosos. Músicas que retratam bebedeiras, solidão, amores banidos. A vida real, sem pieguisses amorosas.

O tempo passou e segui pra outros lados, mas ainda sou muito fã do que os caras fazem. E entendo o que Renato dita:

“Eu ando me sentindo miseravelmente só,

Eu vivo sempre bêbado, bêbado de dar dó,

Mas eu me contento com as migalhas do seu carinho,

Você nem precisa me amar,

Só não me deixe essa noite…”

 

A vida podia ser diferente…mas não é.

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Maio 15, 2008

Acordando e indo beber na esquina…

esfarrapando a alma por aí…

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Bukowski, via Maléfico.

Maio 13, 2008
“Os bêbados das três horas da manhã, em todos os Estados Unidos, fitavam as paredes, depois de terem finalmente desistido. Não era preciso ser bêbado para se machucar, para cair na mira de uma mulher; mas a gente podia se machucar e se tornar um bêbado. Você podia pensar por algum tempo, sobretudo quando era jovem, que estava com sorte, e às vezes estava mesmo. Mas havia todo tipo de médias e leis em ação das quais você nada sabia, mesmo quando imaginava que tudo ia indo bem. Uma noite, uma quente noite veranil de quinta-feira, você se tornava o bêbado, você estava lá fora sozinho num quarto de aluguel barato, e por mais que tivesse visto isso antes, não adiantava, era até pior, porque você tinha pensado que não teria que enfrentar aquilo de novo. A única coisa que podia fazer era acender mais um cigarro, servir outra bebida, examinar as paredes descascadas em busca de olhos e lábios. O que homens e mulheres se fazem uns aos outros estava além da compreensão.”
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….

Maio 11, 2008

“Eu conheci um cara na Barra do Leblon,

foi de apresentando – Eu sou o Billy Negão,

a turma da baixada fala que eu sou durão,

mas eu só marco toca  com o coração”