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head is on a highway, somewhere

Janeiro 9, 2012

Quem me conhece sabe que não bato muito bem das bolas… e tem épocas que isso piora um bocado.. Insanity is my middle name. Já aprontei bastante e não melhorei em nada nesses últimos 40 anos… sempre quando quero, vago a esmo por cidades suspeitas e acabo com frequência em lugares como Salto del Guairá no Paraguay, enchendo a cara de whisky escocês por dias a fio e frequentando cassinos mal frequentados instalados estranhamente em shopping centers … só que hoje em dia não embarco ninguém nas minhas trips de parafusos soltos… só meu skate. Em países onde “vendedores” te perguntam na rua, ‘coca? coca? marijuana? marijuana’ você tem que estar pronto. E se estiver com alguém, esse alguém tem que estar contigo pro que der e vier, senão a diversão acaba logo, saca? E, às vezes, quando a farra termina em lugares insólitos assim, e você acorda, meio troncho, tem que saber: não serão apenas as mesas de bar que você vai encontrar meio destruídas… sua cara poderá precisar de titânio pra ser consertada e/ou, estando tudo bem fisicamente, você vai querer fazer um gargarejo com whisky paraguaio às 6 da manhã, sorrindo prum espelho trincado, buscando colocar a alma dentro do teu corpo novamente, pra ter a certeza que está tudo bem… Ha! That’s the way I like it! Bom, tem gente que gosta de novela, né? Droga pesada como essa eu não uso, não. Morro de medo. Tem gente que sonha? Sou bom nisso também não, então só me resta viver. Do meu jeito. Um dia morrer, esperando que também seja do MEU jeito… e como diria Clay para um padre que lhe passava um sermão no seriado Sons of Anarchy, “Não tire minhas trangressões…elas são tudo o que me resta….”

PRIMUS PRA LUCIDAR

 

ainda em tempo:

“Pau que nasce torto pra esquerda, morre torto pra esquerda.”    Meu caso…

Um comentário

  1. De fato era Segunda-feira, qualquer coisa entre duas e três da tarde, ao Cruzar a Av. Higienópolis de Londrina, surge a frente do carro, sob o sol escaldante, Fábio Brum, mastigando a vida na liberdade de um skate. Senti vontade de parar e xingar o Beatnik. mas que culpa tem o safado se a minha vida é feita de escritório e horários marcados. .



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